Contemporânea #9 - Janeiro/2020

Contemporânea #8 - Janeiro/2019
Contemporânea #7 - Outubro/2017
ARTE E SOCIEDADE
Fernando Botero, caricaturista ou um artista com olhar volumétrico?
Michele Bete Petry
O sonho de Cassandra: uma tragédia de Woody Allen
Jason de Lima e Silva
Michele Bete Petry
O sonho de Cassandra: uma tragédia de Woody Allen
Jason de Lima e Silva
A vingança dos apaches – Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino
Alexandre Fernandez Vaz
POLÍTICA E SOCIEDADE
O pensamento de Angela Davis: apontamentos iniciais
Jaqueline Conceição da Silva
Corpos Transgêneros no Esporte: algumas questões
Wagner Xavier de Camargo
CULTURA DO ESPORTE
Rio de Janeiro, 2016. Mais do que nunca, “cidade maravilha purgatório da beleza e do caos”
Danielle Torri
Danielle Torri
Rio 2016: Uma (outra) experiência Olímpica
Michelle Carreirão Gonçalves
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CONTEMPORÂNEA - número 05 -setembro de 2016
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CONTEMPORÂNEA - número 04 -março de 2016
HABITAR A CIDADE
Alexandre Fernandez Vaz
CONTEMPORÂNEA - número 03 - janeiro de 2013
ARTE E CRÍTICA
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CONTEMPORÂNEA
- número 02 - agosto de 2012
Arte e Crítica
CHEYENNE –
THIS MUST BE THE PLACE
Michelle Carreirão Gonçalves
Cultura do Futebol
FUTEBOL EM
SUA FACETA "GENI"
Mozart Maragno
RESENHA: BENINI, Paulo André Cren. O Jogo da Minha
Vida: história e reflexões de um atleta. São Paulo: Leya, 2012
Carlus
Augustus Jourand Correia
Política e Sociedade
OLIMPÍADAS
Alexandre
Fernandez Vaz
POLÍTICA ESPORTIVA,
MEDALHAS E UMA GEOPOLÍTICA À BRASILEIRA
Wagner Xavier
de Camargo
LONDRES 2012:
UMA EXPERIÊNCIA OLÍMPICA
Michelle Carreirão Gonçalves
Educação
EDUCAÇÃO INFANTIL: CARÁTER PÚBLICO E FORMAÇÃO
ILUMINISTA
Alexandre
Fernandez Vaz
CONTEMPORÂNEA
- número 01 - julho de 2012
Cultura do Futebol
EURO 2012: FUTEBOL E NACIONALISMO NA ALEMANHA
Michelle Carreirão Gonçalves
JOGADO COM A CABEÇA
Detlev
Claussen
O CLUBE DE OSKAR
Detlev
Claussen
DIFAMAÇÃO
Detlev
Claussen
Educação
PARA UMA
EDUCAÇÃO ANTROPOLÓGICA
Wagner Xavier
de Camargo
¿CÓMO ESCRIBIR UN TRABAJO ACADÉMICO BREVE?
ALGUNAS
INDICACIONES PARA LA COMPOSICIÓN DE MONOGRAFÍAS Y TRABAJOS DE SEMINARIOS.
Edgardo
Castro
Arte e Crítica
DOS AMORES, DE ROMA: WOODY ALLEN
Alexandre
Fernandez Vaz
EM NOME DO PAI: TETRO, DE COPPOLA
Alexandre
Fernandez Vaz
Política e Sociedade
MULHER, ESPORTISTA E PALESTINA:
UMA QUESTÃO DE ESTADO!
Wagner Xavier
de Camargo
5 comentários:
Parabéns pela edição. Muito apropriado o artigo do Wagner sobre a atleta palestina nas olimpíadas. abs.
Importantes reflexões sobre esportes, sociedade e política. Gostei de muitos textos. Acho uma boa iniciativa, parabéns. Em particular, considerei instigante e ousado o texto sobre a corredora palestina, muito bons apontamentos. Mateo
Car@s,
Não tenho e-mails google, mas vou tecer meus comentários assim mesmo. Foi-me sugerido tal blog por uma amiga e realmente gostei dos textos que li. São sóbrios, pontuais e inspiradores. Fizeram-me pensar em minha paixão por cinema e por arte (os que se exprimem sobre recentes filmes), reviver meus dias de estrangeira, quando morava com meu marido na Alemanha/Áustria, e mesmo reviver meu feminismo (já desacreditado), ao ler sobre tão corajosa pulsão de vida da atleta Swualha, da Palestina. Advirto o autor desse último texto, no entanto, que mesmo não sendo fã incondicional de esportes, percebi haver nos jogos outras atletas usando o hijab (véu islâmico mencionado no texto) ao competir: havia atletas sauditas, iranianas e de outras nacionalidades. Além disso, considero importante @s membr@s do grupo pensarem em redigir mais textos sobre educação, pois é daí que o blog se origina, não? Agradeço o espaço, Maria Clara
Olá leitoras/es:
Agradeço as menções ao texto "Mulher, esportista e palestina: uma questão de Estado!", assinado por mim. No tocante ao comentário de Maria Clara, ressalto que Woroud Swalha não foi realmente a única a manter-se às tradições muçulmanas do uso do véu nos Jogos Olímpicos de Londres-12. A polêmica maior centrou-se na judoca Wodjan Ali Abdulrahim Shaherkani, da Arábia Saudita, que ameaçou não competir no judô, caso fosse impedida de vestir o hijab. Ela acabou participando e mesmo tendo sido eliminada por ippon, fez história pela persistência no posicionamento político junto à modalidade. Achei interessante comentar, entretanto, o caso de Swalha por me parecer paradigmático de três questões contemporâneas que ela encampa, quais sejam, a condição feminina no esporte-competição, o respeito à diversidade cultural/religiosa e a premente problemática da (in)existência do Estado Palestino. Enfim, obrigado mais uma vez pela possibilidade de (re)análise. Abraços cordiais, Wagner
Bom dia! Recebi o acesso ao Blog no domingo, registro que foi uma delícia ler os artigos. Revisitei minha adorada Strasbourg, concordei que sem diálogo não há como promover uma sociedade nova...o silenciamento é vizinho(e ele mesmo) violência. Me emocionei com a lembrança das vezes em que assisti espetáculos de dança Flamenca a maioria em Buenos Aires, Paco vive! Ainda resta outras prazerosas leituras a fazer, que bom! Obrigada!
Julia Siqueira da Rocha
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