segunda-feira, 15 de maio de 2017

Dia Mundial contra a Homofobia (no esporte e na vida)

Na exibição teatral de uma ignorância já institucionalizada, não se deve procurar potencial transformador (Eve Segdwick, 2007, p36, grifo da autora).





No próximo 17 de maio comemora-se o Dia Mundial de luta contra a Homofobia. Homofobia é um termo em voga que denota uma hostilidade contra homossexuais – ou, dito de outro modo, contra pessoas que não encampam a heterossexualidade. Com o passar dos anos e com a crescente violência contra transexuais e pessoas transgênero, mais e mais o dia 17 de maio é tratado como Dia Mundial contra a Homofobia e a Transfobia (em inglês, IDAHOT ou International Day Against Homophobia and Transphobia). A mensagem é que não apenas devemos nos mobilizar (como sociedade civil) no combate à homofobia nas múltiplas dimensões do social, como também precisamos nos atentar às outras formas de discriminação relacionadas à sexualidade, como a bifobia (aversão a bissexuais), transfobia (intolerância a pessoas trans) ou lesbofobia (aversão a lésbicas). Como nos ensinou Daniel Borillo (2010, p. 14), a “homossexualidade é uma forma de sexualidade tão legítima quanto a heterossexualidade”, visto que ela não é nada além do que mais uma expressão do pluralismo sexual que envolve os seres humanos.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

domingo, 7 de maio de 2017


O curso “Filosofia da Tecnologia”, promovido pelo Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia (Lefis) para fornecer uma introdução aos estudos filosóficos sobre a tecnologia, está com inscrições abertas. O curso será ministrado em Florianópolis, na sala do Lefis na Escola de Ensino Educação Básica Simão Hess, localizada no bairro Trindade.

São oferecidas 20 vagas, e as inscrições podem ser feitas neste link. O curso será ministrado pelo professor Alberto Cupani e terá carga horária de 20 horas, às terças-feiras, nos dias 6, 13, 20 e 27 de junho e no dia 4 de julho, das 14h às 18h.


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Entre Memória e História: Mais de duas décadas sem Ayrton Senna


Nada a ser comemorado, mas sempre algo a ser dito. Em minha coluna de hoje resgato um pouco das significações (pessoais e coletivas) relativas a Ayrton Senna, cujo aniversário de morte é hoje.

Por Wagner Xavier de Camargo




domingo, 30 de abril de 2017

Houve uma vez um outro Corinthians x Ponte Preta: recordação de 1977

Por Alexandre Fernandez Vaz!



Já houve uma outra grande partida decisiva entre Corinthians e Ponte Preta, que começam amanhã a entrever-se para saber quem será o campeão paulista de 2017. Foram, na verdade, várias, mas uma delas foi especial, a final do Paulista de 1977.




sábado, 29 de abril de 2017

Queridos Amigos!

Anunciamos com imenso prazer o lançamento do livro:

JORNAL O ESTADO
Da Glória à Decadência
            (1915-2009)           
 

Publicado por nossa colega LEANI BUDDE, fruto de sua tese de doutorado defendida em 2013 junto ao Programa de Pós- Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas, orientada pelo professor Alexandre F. Vaz.


 O lançamento inicial será no bloco C da Unisul Palhoça, na III Sedisc, evento de mídia, dia 3/5, às 18:30.
Abaixo segue a linda capa do livro e o link para o evento onde ele será lançado.

Parabéns Leani!




sábado, 22 de abril de 2017


Coluna da Revista: Pensar a Educação em Pauta

Algo sobre ser professor (ou sobre Nêmesis, De Philip Roth)-

Por -  Alexandre Fernandez Vaz



Quando eu era criança, os adultos viviam assustados – e nos assustavam – com a poliomielite. Lembro bem da longa fila que fizemos no pátio da escola primária para receber a vacina, vinda de uma pistola acionada por um enfermeiro que repetia o gesto a cada poucos segundos: no braço esquerdo de cada um de nós, logo após a breve desinfecção da superfície da pele por algo que parecia ser álcool. A sensação era a de tomar uma pancada, o sangramento era mínimo e o fato de não ser por injeção me deixara menos propenso ao medo. Entretido na conversa com um amigo, quase não percebi o breve choque, mas fui surpreendido pelo incômodo dolorido, eu que detestava, como ainda hoje, tomar qualquer tipo de medicação. Vacinado, a paralisia infantil, como também era chamada a doença, nunca passou de um pesadelo distante, uma ameaça superada em meu registro pessoal.